ALCKMIN SE PREPARE, A LUTA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO SE FORTALECE EM TODO ESTADO

24 de maio de 2016, 18:53

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Diante de um cenário de completa calamidade política no país, ajuste fiscal e retirada de direitos, a luta em defesa da educação não para de crescer. Ano passado vivemos uma verdadeira aula de mobilização do movimento secundarista que fez o truculento governador recuar e o emparedou esse ano novamente ocupando as escolas e travando avenidas. Entre o fim do ano passado as ocupações de escola foram se nacionalizaram para Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Sul. Recentemente, as estaduais entram contudo em uma forte greve unificada. UNICAMP com reitoria ocupada, USP com greve geral de funcionários, professores e estudantes, e UNESP a cada dia um novo campus entra na rota das mobilizações.

Alckmin e o PSDB há mais de 20 anos impõem governos que apenas precarizam a educação. No ensino básico, a situação do professor, em especial, o categoria Ó é calamitosa. Os cortes em todos os ramos da educação tem afetado desde o ensino primário até a pós-graduação. Nas universidades estaduais a verba é a mesma destinada desde 1995, sendo que desde lá as universidades se expandiram, necessitando mais recursos. Os reitores se aproveitam disso para fazer propostas escandalosas de reajuste para funcionários e professores como a de 3% esse ano, além de justificar cortes de auxílios de permanêencia, trabalhos de campo, infraestrutura, congelamento de contratações, desvinculação dos Hospitais Universitários, entre outros. Porém, esses mesmos que alegam a crise financeira, não movem uma palha para expandir os recursos das estaduais, não discutem de forma democrática o orçamento com a comundiadecomunidade universitária e não abrem mão dos privilégios da casta política universitária, como os gastos de Zago com helicópterohelicópiro denunciando recentemente pela Frente de Desvinculação do HU.

Além  de toda essa precarização, na contramão do país, as estaduais paulistas insistem em seu racismo não adotando cotas raciais e sociais. UNESP é a única que começou recentemente a adotar, mas ainda de forma insipiente. A aprovação de cotas raciais e sociais segundo o projeto da frente pró-cotas nas estaduais é urgente.

Se governos e reitorias insistem na precarização da educação, não nos resta outra saída se não a luta.

DIA 25 AS 17H NO MASP: TODOS AO ATO CONTRA OS CORTES DA EDUCAÇÃOmapa2!

 

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