DCE Livre da USP Alexandre Vannucchi Leme

Gestão Para Transformar o Tédio em Melodia

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DCE Livre da USP Alexandre Vannucchi Leme
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fevereiro

5, 12, 19 e 26| 18h | Reunião ordinária do DCE na sede.

4 | 16h30 | Ato contra o aumento da passagem em São Paulo-SP - Concentração no Teatro Municipal

5, 6 e 7 | 10h | Fórum nacional de executivas e federações de curso (Fenex). Local: DCE da Unifesp

8 e 9 | 10h | Matrícula dos ingressantes.

24 | durante o dia | Calourada Unificada (Todos os campi menos Pirassununga)

25 | durante o dia | Calourada Unificada (Pirassununga)

O DCE livre da USP está novamente em sua sede ao lado do bandejão central da USP!

 

Programação da Calourada Unificada "A Universidade que Queremos!"

SÃO PAULO [24/02 - quarta-feira]

 

[manhã: programação descentralizada] 

:: calourada da humanidades :..10h: mesa: “as humanidades e a formação de professores”.. com movimentos sociais e professores convidados

..na História/Geografia [sala a confirmar]. 

:: calourada da saúde:..9h: apresentação da calourada unificada do ‘bolsão’ saúde ..9h15:grupos de discussão e dinâmica ..10h45: mesa sobre concepção de saúde: com Cássia Baldini [Profª. EE-USP] e Paulo Roberto [Fórum Popular de Saúde] ..11h45: encerramento

..na cidade universitária [local a confirmar].  

 

[tarde e noite: programação geral] 

:: 14h: Debates simultâneos sobre os seguintes temas : 

1. A Educação no Brasil ..convidados: 

   : DCE-Livre da USP .: Paulo Rentato de Souza [Secretário Estadual da Educação de SP] .: Ciro Teixeira [Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior] .: Chico de Oliveira [Sociólogo e Prof. da USP] .: Emancipa [movimento de cursinhos populares] 

   .. local : anfiteatro da História. 

2. Meio-ambiente e Sociedade ..convidados:

   : Aziz Ab’Saber [Pesquisador sobre a Amazônia e Prof. da USP] .: Anderson Mancuso [SINDPETRO – Sindicato dos Petroleiros] .: Ildo Sauer [Pesquisador da área de energia e Prof. da USP] .: Carlos Walter Porto-Gonçalves* [Geógrafo e Prof. da UFF] .: Representante da CTNBio* [Comissão Nacional Técnica de Biossegurança]

   .. local : sala 101 das Ciências Sociais [FFLCH].

3. Direitos Humanos Hoje ..convidados:

   : Paulo Vannuchi [Ministro da Secr. Nac. de Direito Humanos] .: Aton Fon Filho [MST e Fórum de Presos Políticos] .: Patrice Florvilus [Advogado Haitiano] .: Repr. do Movimento “Mães de Maio”*

   .. local : sala Caio Prado Jr. [Geografia].  

 

:: 16h: Oficinas e atividades simultâneas : 

1. Oficinas: o DCE está recebendo inscrições (até 11/02) para oficinas de tema livre, proposta por qualquer estudante da USP, que ocorrerão simultaneamente entre 16h e 18h.**   .. local: salas de aula do prédio da Letras [FFLCH] 

2. Atividades Culturais: elas acontecerão no espaço da sede do DCE [ao lado do Bandejão Central] e contarão com, dentre outras atividades a confirmar, exibições de filmes e o Sarau da Vila Fundão [movimento do Capão Redondo que trabalha cultura junto à periferia].  

 

:: 18h: Aula Magna: “A Universidade que Queremos” ..com:

   : Profa. Lisete Arelaro [FE-USP] .: Profa. Marilena Chauí* [FFLCH-USP]

   .. local: anfiteatro Camargo Guarnieri.

 

  :: 20h30: Show na Praça do Relógio ..com:

            : Pedra 90 [sp..samba] .: Caçamba [sp..samba-rock] .: Móveis Coloniais de Acajú [Brasília]

           

 

 

SÃO CARLOS 

QUARTA-FEIRA [24/2]

:: 10h: convidados sobre o tema “A Universidade que Queremos”. 

   .. local: anfiteatro Jorge Caron.

:: 13h30: Atividade sobre o papel da Educação e do Movimento Estudantil, com vídeos e dinâmicas variadas.

   .. local: Salão Cultural do CAASO.

 

SEXTA-FEIRA [26/2]: atividades em parceria com o MACACO [movimento artístico e cultural do caaso] e Secretarias Acadêmicas 

:: 13h: Oficina sobre Comunicação Livre.

    .. local: Salão Cultural do CAASO. 

 

:: 16h30: Oficinas de Capoeira e Maculelê, intervenções teatrais e integração com a comunidade. 

   .. local: entrada do Campus 2 da USP. 

 

:: 18h30: Cortejo de Maracatu, adentrando o Campus 2 da USP. 

 

:: 19h : Festival Cultural no Campus 2, com bandas variadas e intervenções de teatro, vídeo e samba-de-roda.   

 

PIRACICABA  [25/02 - quinta-feira]

Mesa: "A Universidade que Queremos!" com DCE e a Escola Nacional Florestan Fernandes.

[local e horário: a confirmar]  

 

Em RIBERÃO PRETO, LORENA e PIRASSUNGA ainda estão sendo definidas as programações e em breve serão divulgadas.

 

* Nomes a confirmar 

** As fichas de inscrição deverão ser preenchidas e enviadas para o e-mail do DCE-Livre da USP ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) e serão aceitas até o dia 11/02. O DCE esclarece que a responsabilidade de organização e realização das atividades são dos seus propositores, mas garantiremos divulgação e estrutura mínima para a realização das oficinas que se inscreverem até a data fixada.

 

Carta de Riberão Preto e região em defesa do Código Florestal

CARTA DE RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL

Por Justiça Ambiental, Social e Agrária  

 

Nós, representantes de movimentos ambientalistas, sociais, sindicais e estudantis, de partidos políticos, da comunidade científica, de instituições públicas e de outras entidades da sociedade civil organizada, participantes do ATO PÚBLICO EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL, realizado no dia 29 de janeiro de 2010, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto,

 

I - Considerando: 

a)    a tentativa de desmonte da legislação ambiental brasileira, patrocinada pela bancada ruralista do Congresso Nacional, que, em prejuízo dos interesses do povo brasileiro, apresentou diversos projetos de lei que visam revogar ou modificar o Código Florestal (Lei nº 4.771/65), a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81), a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei nº 9.985/2000); 

b)    a prevalência dos interesses corporativos de grandes grupos econômicos ligados ao agronegócio nas propostas de alteração das leis ambientais, contrariando as medidas necessárias à proteção dos recursos naturais; 

c)    a restrita divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, capitaneada pelos ruralistas, para o debate desses projetos de lei;  

d)    a magnitude dos desastres ambientais causados pela perversa combinação entre mudanças climáticas, pobreza, expansão devastadora do agronegócio, pressão da especulação imobiliária e descu mprimento da legislação protetiva;  

e)    a redução, a ocupação e a exploração das áreas de preservação permanente e de reserva legal previstas nas propostas de alteração do Código Florestal, e os prejuízos que poderão causar: 

       ·         à biodiversidade, porque reduz o número de espécies da flora e da fauna; reduz o fluxo gênico; provoca a erosão genética e a perda de habitat de espécies da fauna;

       ·         ao equilíbrio climático, porque diminui a umidade relativa do ar; eleva as temperaturas médias; modifica o regime de chuvas que ficam cada vez mais concentradas num período do ano;

       ·         ao ciclo hidrológico, porque reduz a vazão dos corpos d’água e favorece a sua contaminação;

       ·         aos solos, porque diminui sua atividade microbiana; aumenta a exposição do solo aos efeitos negativos da radiação solar;

       ·         à saúde pública, porque aumenta os índices de doenças devido ao desconforto climático, à baixa umidade relativa do ar e à invasão de vetores de microorganismos patogênicos;

f)     a impunidade gerada pelo adiamento da aplicação das sanções relacionadas a infrações ambientais praticadas no Brasil; 

g)    o caráter perverso do padrão de produção agrícola adotado pelo agronegócio, baseado na concentração fundiária, na monocultura de exportação, no uso intensivo de agroquímicos, na exploração do trabalhador e na expulsão do homem do campo; 

h)    a superioridade do modelo da agricultura familiar para a geração de postos de trabalho e para a produção de alimentos; 

i)      o descaso do Poder Público em exigir, com base na Constituição da República, o cumprimento da função social da terra; 

j)      a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais que descumprem a função ambiental, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República; 

k)    a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais onde ocorrem violações às normas de proteção das relações de trabalho, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República.  

 

II - Reivindicamos: 

a)    a manutenção da legislação ambiental vigente e a ampliação dos mecanismos legais de proteção aos ambientes naturais e à biodiversidade; 

b)    a plena e imediata recuperação ambiental das áreas de preservação permanente e de reserva legal; 

c)    a criação de programa nacional de adequação socioambiental das pequenas unidades de produtores rurais e dos assentamentos da reforma agrária, que contemple: 

       ·         estímulo à policultura, à produção agrícola sustentável, à geração de postos de trabalho no campo, à agricultura orgânica, à implantação de agroflorestas;

       ·         programa de assistência técnica contínua e com qualificação para o manejo ambiental;

       ·         fomento para recuperação de áreas de preservação permanente e de reserva legal;

       ·         política de comercialização da produção familiar, para evitar que a agricultura convencional exerça pressão sobre a área preservada; 

d)    a abertura de amplo processo de debate com a sociedade a respeito dos temas acima elencados; 

e)    a ampla e prévia divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, para que todos os segmentos da sociedade civil possam efetivamente delas participar.  

 

III – Não aceitaremos: 

a)    a submissão da dignidade humana e do bem comum aos desígnios do mercado; 

b)    a subversão do princípio democrático, consagrado nas Constituições contemporâneas, que determina a supremacia do interesse socioambiental sobre o privado;  

 

Nessa quadra da História, o retrocesso na proteção ambiental é inadmissível.  

Ribeirão Preto, 29 de janeiro de 2010 

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Inscrição para oficinas - Calourada Unificada 2010

Neste ano, na semana de recepção, haverá um espaço para inscrição de oficinas de tema livre. Essas oficinas ocorrerão durante a Calourada Unificada do DCE, no dia 24/02, quarta-feira, das 16h às 18h.
As fichas de inscrição deverão ser preenchidas e enviadas para o e-mail do DCE-Livre da USP e serão aceitas até o dia 11/02.

O DCE esclarece que garantirá divulgação e estrutura mínima para a realização das oficinas que se inscreverem até a data fixada.
 
Os interessados podem solicitar o modelo da ficha de inscrição para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

 

Boletim eletrônico do DCE n° 01/2010

 

1. Manifestação termina com ação truculenta da PM

2. Finalização da reforma da sede do DCE e do espaço de vivência

3. Começa a preparação para Calourada Unificada e para o X Congresso dos Estudantes da USP

4. 3º Ato contra aumento da passagem de ônibus será 04/02

5. Apoio à mobilização dos terceirizados

6. Reuniões do DCE
7. Prestação de contas do DCE
8. Calendário

 

 

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Nota de repúdio à ação da PM e à prisão de estudantes durante a posse de João Grandino Rodas

A gestão “Pra transformar o tédio em melodia” do Diretório Central dos Estudantes da USP - DCE-Livre Alexandre Vannucchi Leme - manifesta total repúdio à ação truculenta protagonizada pela Polícia Militar (PM) durante a última segunda-feira, dia 25, na frente da Sala São Paulo ao bater em estudantes que se manifestavam na entrada do prédio e deter três deles. 
O DCE da USP esteve presente no ato unificado com a Frente de Luta Contra o Aumento da Passagem, que visava questionar não só a falta de democracia na universidade, como também o aumento da tarifa dos ônibus para R$ 2,70 e o descaso do governo com a situação cada dia mais alarmante das dezenas de enchentes e perdas de casas de muitas famílias. Na companhia de Kassab, de representantes do governo estadual e de muitos seguranças, Rodas tomou posse, afirmando estar aberto ao diálogo com todas as categorias da universidade, enquanto, em frente à sala São Paulo, onde ocorria a cerimônia, a policia agredia cerca de 40 manifestantes que seguravam faixas e cartazes, numa manifestação pacifica. De maneira bastante descabida, a polícia militar utilizou bombas de estilhaços, e chegou a espancar estudantes. Três deles foram presos e levados algemados para a delegacia. 
Em 2007, Rodas não hesitou em autorizar a Tropa de Choque a retirar com brutalidade manifestantes que ocupavam o prédio da Faculdade de Direito; em 2008, não deixou de propor um parecer ao Conselho Universitário (que o aprovou) que permite a PM entrar no campus sem debate prévio, permitindo que ocorresse a invasão da Força Tática em 9 de junho de 2009 no campus Butantã. Agora, novamente a violência policial se colocou em ação para resguardar a coroação de Rodas. 
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Nota de apoio à mobilização dos terceirizados

A atual gestão do Diretório Central dos Estudantes, Para transformar o tédio em melodia vem prestar solidariedade à recente paralisação dos vigilantes terceirizados que trabalham em nossa Universidade em razão do descumprimento das obrigações trabalhistas pela empresa que os contratou, a Personal.
 
A paralisação ocorrida em 11 de janeiro deste ano, culminada pelo não pagamento dos salários referentes ao último mês de dezembro, além do não cumprimento de diversas outras obrigações, tais como o correto pagamento de horas extras e adicional noturno. Infelizmente, percebemos que a precarização dos direitos trabalhistas dentro da USP remonta um modelo de mercado que privilegia o “baixo custo” (tema discutível e relativo, considerando que os contratos celebrados com a Administração Pública costumam ter custos significativamente mais altos do que os celebrados com o setor privado) em detrimento das condições de trabalho e garantias mínimas aos trabalhadores.
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DCE?

Somos o Diretório Central de Estudantes da Universidade de São Paulo. O nome da entidade é Alexandre Vannucchi Leme, em homenagem a este aluno de geologia que foi assassinado pela ditadura militar. Leia mais...

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